quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Tudo: produto da mente...

Não há respostas. Viver do “se”. A esquizofrenia do pensamento tornado idealista. A não-possibilidade de aceitar a finitude [afinal, se deste segundo o mundo passasse para daqui 100 anos, quem estaria vivo ainda?]. É exatamente o idealismo quem ainda possibilita a metafísica, pois se tudo é um produto da mente e se alguém é ainda metafísico, então a metafísica seria possível "naquele ser humano" através de seu próprio pensamento que decidiu que o melhor produto de sua mente é ver o mundo de forma metafísica. Como cada ser pensante tem o seu produto da mente personalizado, logo cada um teria_como possibilidade_uma espécie de metafísica personalizada. Em excesso, eu diria que: como qualquer coisa que não faz parte dos sentidos está além do físico, logo, se eu simplesmente fechar os olhos e permitir que algumas doces e recentes imagens passeiem pela minha mente, já estarei fazendo metafísica_ personalizada em imagens adoráveis e que ao trazer um sorriso aos meus pensamentos acabariam por dizer: Vês?_ é tudo tão simples, por que tanta toleima? E: porque sem tanto "barulho" estariam indo contra o "nada em excesso" e os únicos que viveram isso como um valor verdadeiro foram os gregos, agora, vive-se outras coisas, é o tudo em excesso personalizado.
Cada um com seu caminho, digo, com seu produto da mente.

Anna K & o hilário da filosofia. Mas não era tudo tão sério?

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